EUGÉNIO DE ANDRADE (1923- 2005 )
EROS
Nunca o verão se demorara
assim nos lábios
e na água
- como podíamos morrer,
tão próximos
e nus e inocentes?
(MAR DE SETEMBRO)
(reproducido del blog Fundación E. de A.)
Nunca o verão se demorara
assim nos lábios
e na água
- como podíamos morrer,
tão próximos
e nus e inocentes?
(MAR DE SETEMBRO)
(reproducido del blog Fundación E. de A.)
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