domingo, 21 de noviembre de 2010

EUGÉNIO DE ANDRADE (1923- 2005 )

EROS


Nunca o verão se demorara
assim nos lábios
e na água
- como podíamos morrer,
tão próximos
e nus e inocentes?



(MAR DE SETEMBRO)

(reproducido del blog Fundación E. de A.)

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